


Heraldista Ecclesiástico Coordenador da Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Campinas Vigário da Paróquia Santa Rita de Cássia em Campinas
Nasceu a 27/11/1977 em Amparo, SP, filho de Ranieri Flaibam e Luiza Catini Flaibam. Foi ordenado sacerdote a 14/02/2003 na Catedral Metropolitana de Campinas por Dom Gilberto Pereira Lopes. Fez o curso primário e o ginasial na Escola Estadual "Rangel Pestana" em Amparo de 1985 a 1992; o colegial no Liceu "João Belarmino" da Fundação "Paula Souza" de 1993 a 1995 - Técnico em Contabilidade; o ensino superior obtendo os títulos de Bacharel em Filosofia na PUC-Campinas de 1996 a 1998 e, Bacharel em Teologia na Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, São Paulo pelo Instituto de Teologia da PUC-Campinas de 1999 a 2002. Aos 16/08/2002 foi ordenado Diácono, exercendo esse Ministério na Paróquia Nossa Senhora do Patrocínio em Monte Mor onde posteriormente, também, atuou como Vigário Paroquial de 16/02 até 09/07/2003. Em 10/07/2003 assumiu a Paróquia São Cristóvão de Valinhos como Administrador Paroquial, e, como Pároco em 19 de dezembro do mesmo ano até 31/01/2010. Aos 08/12/2005 foi nomeado por Dom Bruno Gamberini, Vigário Forâneo da Forania Santa Cruz (Valinhos e Vinhedo) por 3 anos. Em janeiro de 2010 foi nomeado Coordenador da Assessoria de Comunicação da Arquidiocese de Campinas e Vigário da Paróquia Santa Rita de Cássia em Campinas. Desde 2007 é professor na Escola de Formação Teológico-Pastoral "Imaculada Conceição" da Arquidiocese de Campinas.
Arquidiocese de Campinas - SP. Paróquia São Cristóvão - Valinhos - SP.


Escudo de blau (azul) partido de jalne (ouro); o primeiro com uma flor de lis florenciada de ouro e coroada com uma coroa real na sua cor; o segundo com o monograma de Cristo de goles (vermelho); brocante sobre o traço do partido, uma perla de goles (vermelho) carregada de quatro estrelas de prata. Timbrando o escudo, o chapéu sacerdotal de abas largas e forrado, com seus cordões, em cada flanco e as borlas, em número de duas, dispostas uma por parte, tudo de sable (negro). Na base, um listel de prata com a divisa “Magnificat anima mea Dominum” em letras de sable (negro).

O escudo utilizado por Pe. Rodrigo foi escolhido pela sua simplicidade, estando partido, ou seja dividido verticalmente em duas partes, para estabelecer a labor sacerdotal vinculada entre os valores terrenos e os espirituais. Nele vemos a flor de lis coroada que vem repetir um dos símbolos representativos de Nossa Senhora Rainha dos Apóstolos, sendo que o campo azul traduz justiça, a serenidade, a fortaleza que são condições indispensáveis ao sacerdócio, enquanto que o monograma de Cristo, usado pelos cristãos desde os primórdios da cristandade, traduz o seguimento do sacerdote aos ensinamentos de Cristo e o seu amor por Maria, com ouro simbolizando a justiça, a clemência, a autoridade e a premência, qualidades intrínsecas no titular. A perla, que é uma peça honrosa na heráldica muito usada na heráldica eclesiástica, e que aqui foi usada em representação da Santíssima Trindade como também das três virtudes teologais – Fé, Esperança e Caridade, paradigma adotado pelo Pe. Rodrigo - sendo que o vermelho serve para simbolizar a fortaleza, bons cuidados, valorosidade, fidelidade, alegria e honra, além do sangue redentor do Salvador e dos santos mártires. As estrelas sobre a perla recordam os quatro evangelistas e indicam o titular como um missionário que porta as palavras do Evangelho aos mais longínquos rincões, sendo que a prata serve para simbolizar a esperança, a inocência, a castidade, a humildade e a eloqüência, atributos indispensáveis ao serviço sacerdotal. A divisa traz a lembrança das palavras de obediência de Maria à vontade de Deus, quando o anjo da anunciação lhe comunicou que ela seria Mãe do Senhor. Sua resposta esta gravada como divisa no listel de prata “Magnificat anima mea Dominum”, ou seja, “A minha alma glorifica o Senhor” as emotivas palavras aceitação da vontade de Deus, tão bem representadas no hino da Virgem segundo Lucas 1,46. Palavras que o Pe. Rodrigo as assume como próprias no ministério sacerdotal.
Cortesia: Dr. Alberto R. Fioravanti – texto.
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